Numa progressão hipotética e dentro de um contexto de revolução comunicativa e onde os emojis, entre outros, estão substituindo as palavras em alguns veículos sociais, uma maneira de combatê-los sadiamente para privilegiar a língua seria fazer com que a articulação linguística fosse um pouco mais simples.

Ou lógica.

Uma das características da língua espanhola é a alta frequência de grupos nominais ou mais amplos que se repetem no cotidiano

es lo que hay

así no se puede seguir

ya te lo dije

se o sema (significado) é consensuado pelos falantes e não muda nenhuma palavra no conjunto, por que não as unir?

esloquehay, asínosepuedeseguir, yatelodije

Em segundo lugar, já num contexto mais elaborado, apresentações, emails, textos diversos, se na comunicação, o sustantivo e o sema se revelam com o norte informativo, por que tantos verbos?

Poderíamos evitá-los, transportando a linguagem oral à escrita, fazendo-a quem sabe mais dinâmica, brilhante, além de objetiva e rápida.

À distância, e dentro da norma, um pouco de tudo isto está sugerido no Vamos Inicial A1 da EspañaAquí.

Você consegue identificar em quais momentos?

 

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